enquanto o medo, a dor e o desejo percorriam meu corpo e mente entregues nas tua mãos, minha boca secou-se e como barro trincou, minha lingua pegava-se ao paladar, mas temia te pedir o alivio, o refrigerio da agua, da umidade... temia interromper tuas torturas que me possuiam, temia que visse minha fragilidade cada vez mais tua...
Teu olhar frio me arrancava os mais profundos desejos, teu corpo masculo me dominava, tuas mãos, teus pes.. tua voz...
Temia perder-me de ti naquele momento. temia que minha sede rompesse mais minha alma e dela fluisse meu doce escondido como um tesouro...
Temia que me desse agua, que a agua mitiga-se minha sede novamente..
O desconforto da sede, o som das ordens que eu não sabia como cumprir, o desejo, a dor, o medo... meus gemidos, teu silencio...
Senti que sucumbiria, te peço agua... te deixo ver minha boca seca, me deixas ver teu olhar frio... imploro por agua, teu olhar frio me comtempla e tudo para, tudo estanca, menos minha febre, minha sede..
Me olhas, e cospe na minha boca...
Como um bicho sedento sorvo tua saliva, me cospes de novo, teu olhar frio me contempla enquanto coloco para dentro de minha boca o que era teu...
Tua saliva é espessa, umida, quente, tua saliva umedece meus labios, forma minha saliva... te percebo completo, e quero ceder mais e mais ao teu Dominio... Quero ser tua e nada mais, tua cadela, tua escrava, teu animal sedento...
Quero dormir no chão que pisas... e lamber teus pes em silencio...enquanto teu olhar frio me deseja, me possuim me rasga, me penetra