mara, a doce escrava do rei


17/10/2009


eu posso

eu posso amar a vida e esquecer-me dela... de suas opiniões, de sua imposições, de suas manias..

 

eu posso desafiar o tempo e chorar minhas saudades

eu posso fazer da saudades minha melhor amiga e da solidão minha conselheira...

eu posso ser feliz apesar de ser triste, e usar minha tristeza para rasgar minha alma e saboarear o gosto de cada lagrima..

eu posso chorar por algo grande ou pequeno..

pois posso compor minha historia.. e me abandonar em cada esquina...

Escrito por doce às 12h53
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04/10/2009


so pq é lindo

so pq é lindo nada mais... me excita.. me descreve... me traz força...

pq ser femea me fez tão forte?... pq meu sinal é liquido?.. meu olhar me trai?.. minha voz se adoça?...

pq quero cuspir no teu rosto e morder teus pés como uma vibora?

desejo.. é puro desejo.. vem e me arrasta por caminhos que ainda não conheço, arranca de mim sensações que temo....

 

Escrito por doce às 15h06
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02/10/2009


Meu segredo corre nas profundezas de minha alma e queimo com as chamas de minha liberdade... Não nasci para ser livre, nasci para as correntes mais fortes, para o chicote mais sedento, nasci escrava e não submissa... Onde estara o feitor que não teme arrancar minha entrega e sorver meu doce? Onde estara o feitor que sabe o que significa uma escrava...

Escrito por doce às 16h35
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01/10/2009


 
 

Sou Escrava

Não sou princesa, não acredite em mim... sou escrava mas não sou tua escrava.. sirvo a quem quero e quando eu quero.. minha alma geme pois procura Aquele que me liberte de minha propria liberdade.

Categoria: favoritas
Escrito por doce às 21h51
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16/07/2009


fragmentos

fragmentos de uma vida que aos poucos tentam se unir formando o entardecer de um longo dia....

 

Escrito por doce às 10h46
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15/02/2009


despertar

Eis que mara desperta do seu torpor, do seu sonho...

Eis que mara ve e sabe que é somente uma escrava, pertence as correntes. as cprdas, ao chicote...

Pq mara quiz ser princesa se as escravas cabe somente o servir.. o desnudar-se..

Pq mara sonhou e tentou mudar o leito unico por aonde correra seu doce.. ou jamais correra..

Mara quis saber do amor, do carinho, quis abandonar o uso, quis ter valor...

mas mara, a doce escrava do rei, é escrava e não tem valor, seu valor esta nas mãos do seu rei, que ela não conhece

seu valor esta em guardar-se para ele e para mais ninguem... como a alva se guarda para as manhãs..

Sou mara, a escrava que ha muito enterrou seu doce, por sobre as pedras, dentro do mar...

Sou uma escrava nada mais...

Escrito por doce às 22h32
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11/02/2009


minhas madrugadas

Minhas madrugadas são longas e me nego ir dormir..

Tenho tanta coisa para te falar.. pois o que sinto tem sido intenso e ja me queima...mas ja não tenho palavras

Ja queima o desejo de te amar selvagemente numa manha calma,e te sussurrar palavras ternas na noite selvagem...

Ja cala minha alma diante da tua lembrança.

Creio que é minha hora de partir de novo... pois vc esta fora do meu alcance..

vc mora na morada dos sonhos e a realidade contem todo engano, quebra os mais finos cristais, desfaz as mais ardentes paixões..

Sei que queimo e não queria me queimar, que penso em ti e não queria pensar... que habitas no meus sonhos e não quero acordar...

Mas é hora de partir de novo, de sumir

Escrito por doce às 01h02
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09/02/2009


só eu fui gerada

meu sangue congela na fria noite em que me encontro... e me encontro só, pq só fui gerada, só trilhei minha historia, só esperei pelo teu chamado...

mas és Rei ja não moras mais na terra em que eu habito... minha habitação tornou-se em gelo, minha alma em pedra, meu anseio em medo, minha brasa em agua...

como agua flui sem rumo, sem lugar para ir.... esperei-Te calada, esperei-Te prostada, esperei-Te em sonhos... clamei por Ti no povoado, segui o rumo dos povos pensando que te seguiam... procurei Tuas pistas, Teus arautos... me despi das minhas vestes, me ungi de suaves aromas, enfeitei meus cabelos, adornei meus cachos, aqueci minhas entranhas... Te esperei meu Rei, mas não viste...

Meus olhos repousam no horizonte e sem brilho observam a poeria, e sem esperança sondam os movimentos.... os povos me conhecem, sabem que sou tua escrava, sabem que doce é minha entrega mas amarga tem sido minha prisão...

Amargo é hoje meu desejo, minha carne treme em vão, meus ouvidos buscar o estalar do teu chicote, meus punhos clamam por tua prisão... vem meu Rei, sou tua escrava...

muitos me conheceram mas ninguem me possuiu, me guardei para Ti....

Meu Rei... sou tua escrava, sou mara... sou doce.. sou a escrava do Rei.

Escrito por doce às 00h45
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17/12/2008


quem sou

Sou aquela que ouve uma voz , a unica voz voz que alcança minha alma....
Sou aquela que se nutre desta voz, e se entrega ao prazer unico de desfruta-la...
Sou aquela que resgistra esta voz na memoria do seu coração, e baixa sua fronte e mirada, cada vez que se lembra dela...
Sou aquela que reconhece esta voz...e que necessita dela...

Escrito por doce às 20h48
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despedida

e nunca se esqueça, estou do teu lado onde estiver

Escrito por doce às 20h47
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15/12/2008


despedida

sinta sua nuca beijada enquanto  de quatro estiver prostada,
sinta minhas mãos fortes em teus braços frageis,
descanse bem pq hj serviu bem ao teu Dono,
mesmo sem te ver sei que estas com semblante triste pela minha ida,
mas alegre pq sabes que irei retronar amanha
aperto teu rosto em minhas mãos e beijo tua face com meu beijo de despedida

Escrito por doce às 18h34
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09/12/2008


adormeci....

Adormeci ao som do mar, das ondas, adormeci ....

Como o vento que passa, como a chuva que cai, lentamente o sono tomou conta de mim... e quem poderia me acordar de dor tb adormeceu..

Vivo acompanhada de minha solidão, ela me ampara e cuida de mim, mas sei que muitas x ela anela ir embora.. e eu desejo não ter mais sua amizade...

Mas a solidão é o unico amigo do solitario.. é seu pai, sua mãe, sua familia.. é quem afaga seus cabelos que silencia nossa voz...

 

Escrito por doce às 16h14
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19/11/2008


a uma bela amiga

 

Desejei tanto teus labios, e gemendo baixinho te implorei um beijo..

pedi gemendo sem palavras, pois o beijo que eu deseja estava em tua alma, e so la podia me ouvir...

O beijo que eu desejava e não sabia, a boca macia, quente, umida que me tocou a alma..

quanta entrega naquele beijo.. quantos segredos te contei muda, enquanto sentia tua boca macia...

 a carne aquecida pelo teu chicote, a mente embriagada pelo desejo contido, que aos poucos fluia mais do que eu podia conter..

o toque da tua lingua macia na minha imprimiu força ao meu ser... amor em minha alma, e te amei naquele momento, que de tão intenso me arrancou lagrimas...

minha carne ardendo por dias me aqueceu a lembrança...

minha lembrança fica agora em mim, guardada com meu tesouro...

tua boca, teus labios, tua lingua.. teu beijo

 

Categoria: postagens dedicadas
Escrito por doce às 19h01
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29/10/2008


queria

Queria que meus labios pudessem expressar minha entrega...que o rei me aceitasse e ordenasse minha declaração...

Queria repousar atenta aos seus pés, e dormir no chão em que ele pisa...

Queria ser escrava do rei...

Triste dia que desejei isso, triste dia que guardei para ele minha submissão... quem me dera ter aceitado os guardas dos palacios, os Lords, os Nobres..

Mas eu quis servir ao Rei... desejei portar sua coleira, desejei que so o seu olhar duro conduzisse a guia, so seu chicote agil me devorasse a carne....

Desejei e me preparei...

Mas o Rei não existe, talvez tenha partido para uma terra distante, talvez nem tenha nascido ainda...

amargas são as lagrimas da doce escrava do rei....

Escrito por doce às 21h32
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27/10/2008


minha sede

enquanto o medo, a dor e o desejo percorriam meu corpo e mente entregues nas tua mãos, minha boca secou-se e como barro trincou, minha lingua pegava-se ao paladar, mas temia te pedir o alivio, o refrigerio da agua, da umidade... temia interromper tuas torturas que me possuiam, temia que visse minha fragilidade cada vez mais tua...

Teu olhar frio me arrancava os mais profundos desejos, teu corpo masculo me dominava, tuas mãos, teus pes.. tua voz...

Temia perder-me de ti naquele momento. temia que minha sede rompesse mais minha alma e dela fluisse meu doce escondido como um tesouro...

Temia que me desse agua, que a agua mitiga-se minha sede novamente..

O desconforto da sede, o som das ordens que eu não sabia como cumprir, o desejo, a dor, o medo... meus gemidos, teu silencio...

Senti que sucumbiria, te peço agua... te deixo ver minha boca seca, me deixas ver teu olhar frio... imploro por agua, teu olhar frio me comtempla e tudo para, tudo estanca, menos minha febre, minha sede..

Me olhas, e cospe na minha boca...

Como um bicho sedento sorvo tua saliva, me cospes de novo, teu olhar frio me contempla enquanto coloco para dentro de minha boca o que era teu...

Tua saliva é espessa, umida, quente, tua saliva umedece meus labios, forma minha saliva... te percebo completo, e quero ceder mais e mais ao teu Dominio... Quero ser tua e nada mais, tua cadela, tua escrava, teu animal sedento...

Quero dormir no chão que pisas... e lamber teus pes em silencio...enquanto teu olhar frio me deseja, me possuim me rasga, me penetra

Escrito por doce às 16h35
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