mara, a doce escrava do rei


09/02/2008


saudades

saudades do que não conheci, dos labios que não beijei, das mãos que não me afagaram os cabelos..saudades das cordas que não me amarraram e do chicote que não me partiu..saudades pq parti, pq recolho para dentro de mim a entrega que não aconteceu, a entrega que jorrou de mim como sangue mais vivo..saudades pois impeço o rio de fluir... saudades do cheiro que não senti, do suor que não lambi...saudades de ti meu desejo

Categoria: videos
Escrito por doce às 17h42
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link da pagina onde estão minhas favoritas

escrava do rei  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-03-04_2007-03-10.html

chicote  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-03-04_2007-03-10.html

a doce solidão da escrava do rei  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-03-11_2007-03-17.html

entre veus http://docescravadorei.zip.net/arch2007-03-11_2007-03-17.html

o teu sabor me enloquece  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-03-18_2007-03-24.html

o que não vi http://docescravadorei.zip.net/arch2007-04-08_2007-04-14.html

sinto fome http://docescravadorei.zip.net/arch2007-04-08_2007-04-14.html

como uma canoa http://docescravadorei.zip.net/arch2007-06-10_2007-06-16.html

transparencia  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-06-17_2007-06-23.html

mara a escrava do rei http://docescravadorei.zip.net/arch2007-07-08_2007-07-14.html

mara   http://docescravadorei.zip.net/arch2007-07-08_2007-07-14.html

do que adianta escrever  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-07-15_2007-07-21.html

quem me dera ser mara  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-07-22_2007-07-28.html

não pertenço a ninguem  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-07-29_2007-08-04.html

esperei teu chamado  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-08-19_2007-08-25.html

não me ofereça flores  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-09-09_2007-09-15.html

um dia amei  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-09-30_2007-10-06.html

onde estas meu rei  http://docescravadorei.zip.net/arch2007-11-25_2007-12-01.html

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Escrito por doce às 15h05
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Categoria: postagens dedicadas
Escrito por doce às 12h49
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03/02/2008


dedicado toda alma submissa

Teu clamor é forte, denso, intenso... procuras o Olhar que faça baixar tua fronte, a Voz que penetra em tua alma...

a Mão que pese sobre ti, o chicote que rompa tua carne... procuras a liberdade das cadeias, e as pegadas do Teu Dono...

esperas o Seu apetite para que te possua, Sua ousadia para para que te use, Seu jorro para que te molhe...

Buscas Teu Dono apalpando as sombras dos teus desejos que te incendiam  carne, e fazem adoecer teus ossos...

tua entrega pulsa, palpita e te incomoda... a cada dia te afronta, a cada noite te visita...

buscas a ordem, o comando, o servir... buscas ser livre de teus pudores, de teus temores....

 

Escrito por doce às 23h13
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quem pode entender a alma submissa, quem pode sentir a alma da escrava, quem pode sondar e interpretar os seus desejos...

Escrito por doce às 10h53
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dedicado a uma flor no deserto.. minha amiga rosa vermelha a quem aprendi amar

caminho sem medo pelo deserto, me dedico a atravessa-lo sentindo cada passo, saboareando cada gota do suor que pinga e percebendo as nuances so seu sabor.. lendo atravez delas meus desejos e sonhos, percebendo-me madura, percebendo-me mulher....a paisagem arida, os chacais, a solidão ja não são meus opositores, antes são meus mestres nesta caminhanda, e a cada manha me dizem quem sou... o sol queima minha pele, e me dispo sem pudor, meu corpo é minha casa, onde reside meu pazer, minha carne enxerga ao longe e clama para ser liberta... descubro cadeias, descubro prisões... o sol queima minha carne, meus seios entumecidos são beijados por ele, minhas costas marcadas... descubro meu rosto, dele tiro o veu e deixo o sol a areia e o suor se misturarem em minha face, e me permito sentir o incomodo, a dor, me permito e percebo que minha carne esta em brasas, pois esta nua diante de mim mesmo...

a paisagem me contempla, me sinto observada e seguida pelo silencio.. que me ensina ouvir a voz da minha alma...

quero estar no deserto e ouvir minha alma, e deixa-la gemer e gritar e me ensinar como seguir....

a noite chega, e a terra esfria, cansada deito na areia e as estrelas me contemplam nua e ardente, sinto frio... sinto uma lagrima rolar pela minha face, sinto desejo de me aconchegar e abrigar, sinto saudades de uma mão amiga, mas o deserto me lembra que estou so, que é minha travessia, meu momento de sondar e me perceber...

o sono chega e adormeço. as estrelas me velando o sono, o frio produzindo sensações intensas me aconchega no seu colo, a fria areia me cobre de leve, o vento vem me renovar...

as estrelas contemplam a mais bela rosa deitada na areia branca, vermelha como o sangue das suas veias, quente como a sua paixão...

Escrito por doce às 10h45
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