agora estou só, recolhi o que é meu e guardarei no fundo da minha alma,
agora so pertenço aos sonhos, aos desejos, a mim mesma...
agora estou só, recolhi o que é meu e guardarei no fundo da minha alma,
agora so pertenço aos sonhos, aos desejos, a mim mesma...
o tempo passou rapido, e deixou um rastro de lagrimas....

quem me dera ser mara...
ai quem me dera abafar meus sonhos e desejos ate que não clamassem mais..
ate que surgisse mara em mim,,,
ate que mara me invadisse os ocos da alma, ate que mara dominasse meu olhar e tocasse meus labios...
quem me dera a força de mara, da escrava rebelde, quem me dera poder negar meus sonhos, poder aquietar minha carne..
quem me dera a carne rasgada ate a exaustão do verdugo..
quem me dera cuspir na Tua cara e te dizer não ainda que em sussuros
quem me dera Te ver implorando meu corpo, meus fluidos, meu gozo
quem me dera ser mara a escrava e Te negar meu gozo e Te fazer meu escravo, Te ver rastejando
ver Tua lagrimas ao ser traido, quem me dera ser mara..
e colocar veneno na Tua comida e fel nos meus labios
quem me dera a força de mara.... para colocar um escorpião nas tuas botas
quem me dera ser mara e fugir e nunca mais voltar
mas sou doce ainda... meus olhos Te esperam, meu gozo é Teu
meus labios anelam Teus pes, minha carne Teu uso
sou doce ainda e espero Teu chicote para me rasgar e extrair a doçura da minha alma