mara, a doce escrava do rei


17/07/2008


pedaço de mim

Categoria: videos
Escrito por doce às 22h03
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13/07/2008


não ha mais alegria no meu sorriso, nem doçura na minha voz...

minha pele esta transparente e fina como um cristal, e meus labios, ja não consigo mais umedece-los....

minha espera ja não existe, nem minhas lagrimas saem mais dos meus olhos...

não ha mais flores, nem o rio sussura mais...

 

 

Escrito por doce às 18h07
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08/07/2008


não derrame sobre mim tuas lamurias, pois isso destila o meu fel... se não sabes o que é nem em que terrenos pisas, saiba que sei quem sou, e onde piso...

se penas que não sei voltar de um caminho sem volta, lembre-se que sou fenix, que se me consomes em chamas serei consumida, mas das cinzas retornarei mais forte, bela e sabia....

 

 

Escrito por doce às 21h20
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21/06/2008


hoje mais do que nunca...

Hoje mais do que nunca eu queria sentir tua presença

mais do que nunca queria de privada da fala, da visão e dos movimentos, e ali permacer do ouvindo a tua voz, sentindo teu cheiro, e atraves de uma entrega que não aceita limites beber todo teu gozo e prazer..

hoje mais do que nunca, queria sumir de mim mesma e ser somente o que queres de mim...

onde estas meu Rei....

hoje mais do que nunca anelo pelo teu chamado, tento transformar minhas lagrimas em força para esperar tua chegada...

nasci esperando por Ti, fui gerada para Ti... e não te vejo nem escuto....

a doce espera transforma-se em amarga solidão, e minha voz ja não se ouve na multidão...

pois sei que não estas ali, pois não fazes parte desta multidão...

reinas absoluto onde não posso te alcançar, sou tua escrava, tua femea venha me buscar...

hoje, meu rei, desfaleço e ja não sei mais o caminho para meu segredo... segredo que é so teu...

venha buscar-me meu rei

Escrito por doce às 12h42
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29/04/2008


o tempo de todas as coisas

Para tudo existe um tempo, mas qual é o tempo certo de todas as coisas?

qual é o tempo de chegar na casa dos que serão nossos pais, qual é o tempo de deixa-la? qual o tempo de ve-los partir, qual o tempo de começar a ler?

qual é o tempo da primeira entrega, qual tempo do primeiro banho?

tudo acontece no seu tempo, e eu desconheço este tempo.... as x posso olhar para minha vida e achar que ainda da tempo de amar como nunca amei, apesar de ja ter amado tanto, de rir como nunca ri, apesar de ja ter rido tanto, de chorar mais uma vez depois de chorar tanto... ainda da tempo de morrer, apesar de ja ter morrido tanto...

ou posso pensar que o tempo acabou, que não posso mais dançar, nem esperar o dia amanhecer...

posso pensar que não é tempo de escrever, e escrever sobre isso por muito tempo...

o que é o tempo afinal... para onde ele me leva a cada dia, e porque penso nele se ele é indefinido...

pq penso numa realidade quase irreal?

Categoria: favoritas
Escrito por doce às 15h44
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21/04/2008


sozinha eu sigo, o caminho de minha vida

As vezes passamos perto do que ansiamos tanto, e sentimos o seu aroma, seu calor percebemos, nosso coração se enche, nossa boca se abre, nossos olhos abaixam...

As vezes o destino nos faz algo que achamos que foi uma peça, mas logo podemos olhar para nós mesmos e entender que ha paz em nossa habitação, e fartura em nossos termos, que apesar de tudo ter sido entregue nada foi lesado nem tirado de nos.., o que somos ainda esta ali, e pulsa....

As vezes não queremos entender que não era ali nosso porto, que não era ali que cessaria nossa estranha perigrinação. Olhamos e pensamos o quanto este lugar é aprazivel e parece perfeito, mas o destino nos segreda que não é ali.

Olho para aquele que  que se veste de trajes reais e penso ser este o rei, mas o destino me avisa que este so foi colocadoali para que meu entedimento seja alargado, e eu não esqueça jamais que desejo o rei, e que sou sua escrava e possa olhar para os vales e planicies dos meus sonhos, para o rio que ha em mim pronto  jorrar, e saiba que na boca do rei não existem palavras vazias... que o rei não teme, o rei não muda, o rei sabe que é rei.

o rei não sonha mais porque ja vive o que tanto sonhou, sem temores nem reservas.

o rei me aguarda calado, enquanto sou ungida pelo meu desejo cada vez mais ardente, enquanto minhas fantasias avivam meu sabor doce e amargo, enquanto minha entrega se torna em mais entrega, e meu apetite em alimento.

Escrito por doce às 22h14
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so saudades

no momento so saudades, do aroma que ja senti, das emoções que ja se foram....

talvez quisesse estar em teus braços por mais um dia, teu abraço é forte, teu beijo saboroso, teu dominio grandioso...

talvez, mas de que adiantaria, para que valeria se ja passaste como passa o vento...

se nada mais resta senão um pouco de saudades, um pouco de lembraças que ja vão se apagando...

te desejei como o vigia deseja a luz do dia, te esperei como os que tem calma, a calma contida dos que desejam mas decidiram esperar...

nada alem de um lembrança, de um momento, de estar nos teus braços, de velar teu sono...

ja não te espero, ja te conheci, ja me deste fel e me revestiu  alma de desilusão..

ja não adianta, ja não quero, ja o cristal foi quebrado..

so saudades  e nada mais...

Escrito por doce às 01h08
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14/04/2008


é bom ser mara e saber que sou dona de mim, que pertenço a mim mesma, e que meu doce é meu....

me entrego e recolho para mim meu tesouro, meu prazer, minhas sensações....

as marcas que vc fez ficam em mim, e são minhas e não tuas...

o que vivo fica em mim, não se iluda com meu carinho, não se iluda com minha servidão...

sou mara, a doce escrava do rei, e so ele me possuira as estranhas, so ele tem a chave do meu segredo...

quer venha ou deixe de vir, minha entrega é doce, meus labios umidos, meus seios duros, posso me entregar a dor e a lascivia, mas não pertenço a ti....

e as marcas são minhas e ficam em mim....

Escrito por doce às 09h15
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24/03/2008


doce é minha entrega e minha submissão, algumas vezes ele flue de mim, sem que eu possa controlar... e busca os pes que me recebam, mas mara é meu nome, e sou como uma egua selvagem que corre pelos campos de alfazema, pelos desertos, pelas praias, e so conhece a liberdade... me ofereça açucar e me aproximarei de ti mas devorarei tu mão. suba no meu lombo e me calvalgue a pelo que te derrubarei no abismo... mara é cadela de rua e sem dono, me recolha e me deitarei aos teus pes, afague meus cabelos e morderei tua mão, me vende os olhos, amardaçe minhaboca, acorrente minhas mãos. mas saiba que qdo tirar minha venda encararei tua alma e veras que é fraco, qdo tirar minha mordaça, me rirei de ti, qdo me esbofetear cuspirei no teu rosto, e minhas corentes lançarei sobre ti... pq queres meu tesouro, queres o que me pertence, mas minha submissão é livre e miha e entrego a quem quero, a quem escolho. não me constraja pois tenho fraquezas, não brinque comigo pois sei o que quero... sei reconhecer o rei quado ele chegar.. pois não me dira nada, pois tem porte de rei, não mandara nem pedira, pois tem cheiro de rei...e ele me reconhecera pois oferecei meus braços a ele, me prostarei e o servirei... e nunca nada sera dito, nem voz alguma se fara ouvir, so o estalar do chicote, nada alem da texturas de minhas lagrimas sera visto ou sentido... nada alem de uma servidão que não conhece limites... de uma submisão que não tera fim

Escrito por doce às 22h11
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22/03/2008


doce apelo

pq relutas mara, pq queres fugir das correntes, pq queres ocultar tua nudez?

se andas descalça e desnuda me carregando bem detro de ti..

pq me prendes mara em teus temores e defesa, se teu desejo é que eu flua de ti?

e vai ao encontro do que ja conhece, mas que te sufica e não te sacia

pq temes o que te domina, e foges para dentro ti?

onde me encontra te olhando de frente, onde me guardaste como tesouro oculto

pq corres mara, como uma egua selvagem, temendo que te coloquem os areios e calvaguem em ti?

pq vives uma liberdade que me prende e que não me deixa fluir?

sou tua entrega mara e sou doce, não encare o chicote, não rompa as amarraras, não quebre as correntes, pois de ti vertera sangue, ate que libertes a mim...

não tema o feitor mara, nem seu dominio sobre ti

deixe que te rompa a carne, que te faça baixar a fronte, que te amarre e silencie tua voz

deixe que eu flua como vetente de aguas, como repressa contida, como choro sem lagrimas

não temas a servidão, pq te consolo

pois te farei forte qdo fluir de ti..

não resista mara, e entenda estou dentro de ti

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Escrito por doce às 18h51
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18/03/2008


teu olhar

Teu olhar ficou na minha memória

E hoje cedo me lembrei dele,

Encontrei-o no meio de minha tristeza

Ele estava la, olhando e rindo pra mim

 

É um olhar profundo, é o q gravei

As fotos nos enganam,

Mas gosto do seu olhar

E vou rete-lo pra mim.

E ele será meu companheiro, de alguma maneira me ajudara

Nas noites vazias, nas primeiras horas da manha

Talvez eu nunca mais veja este olhar de perto, talvez eu nunca retribua este olhar

Mas vou guarda-o na memória, e olharei pra ele e ele sempre me retribuirá

 

Pois um grande amor não morre,

Ainda que passe um dia, ainda que os amantes se separem,

Ele existiu, e sempre fica a lembrança do olhar,

As vezes companheiro, as vezes antagonista,

As vezes em paz, as vezes em guerra.

 

Assim guardo o olhar do homem que eu amei,

Como um tesouro vivo em minha alma,

Assim guardo este olhar como se ele fosse voltar,

Como se ainda fosse possível amar,

Como se ainda fosse possível sonhar

 

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Escrito por doce às 22h59
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15/03/2008


qdo alguem nos diz adeus

Quando alguém nos diz adeus e parte de nós, nada mais nos resta se não vestir nosso coração de luto, e esperar que o tempo o sare.

Quando alguém nos diz adeus, não acreditamos, nos debatemos, choramos e vemos impassíveis as noites mais escuras entrar em nossa alma.

Só temos olhos para olhar o rastro que deixou, para nos sentar na pedra mais alta e contemplar o caminho que fez ao partir...

Quando alguém nos diz adeus, entendemos que agora caminharemos a sós, e que nossos sonhos foram mortos.

Quando alguém nos dia adeus mata as mais latentes das esperanças, e já não temos em que pensar.

O vazio invade nossa alma, o perdido invade nosso olhar.

Já não há caminho a percorrer, já não há pq. sentir saudade, já não há porque acreditar...

Pessoas partem de nós a cada dia, uma por uma ajudam a escrever nossa historia, uma por uma ajudam a nos fazer mais sós, e a prosseguir nesta vida como quem parte também

Aprendemos a andar de malas prontas, aprendemos a chorar escondido, aprendemos que como alguém disse: “não importa o qto vc se importe, algumas pessoas não se importam”.

A maturidade nos traz respeito à opção das pessoas, nos fazem quietos diante da dor, quietos diante do algoz.

A maturidade nos ensina que matar os sonhos é dolorido e trágico, porque eles não morrem em silencio nem rapidamente...

A maturidade nos faz fortes para ouvir seus gritos, seus lamentos, e deixá-los morrer.

A maturidade nos ensina que não podemos sacrificá-los, devem morrer a sós, como nos morreremos um dia.

E já não haverá mais nossa historia, e voltaremos ao pó, pois do pó fomos tomados um dia...

A maturidade não nos protege, nos coloca de frente com a realidade, nos coloca de frente com as farsas, a maturidade nos faz perceber que quem ama age como quem ama quem chora como quem chora, quem parte como quem parte.

Já percebemos os sinais, já aceitamos o luto, já sorrimos para dor, pois sabemos que ela também passara...

Ainda que fiquemos um tempo olhando as pegadas, olhando na direção do que partiu, ainda que por um tempo, esperemos um sinal de volta, ainda que todo nosso ser se negue a crer que é realidade, nos aquietamos. E sofremos calados, pois pra ninguém importa nossa dor. É dor de perda, é dor de agonia, e o caminho de volta de nossas esperanças. É o silencio, a indiferença, é a cinza, é o por do sol de um dia que jamais voltara...

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Escrito por doce às 22h17
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existe o sim e o não, e entre eles lacunas invisiveis de conceitos, de sentimentos, de receios e decisões...

navego entre estes dois portos livre e insana, contenplando uma população de sonhos que povoam minha mente, sentindo ora uma chama ora uma geleira.... estou livre de mim mesma ...

Escrito por doce às 11h42
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08/03/2008


eu gosto de ser mulher, de me sentir e perceber femea a cada monento do dia...

gosto de saborear o sabor de minhas alterações fisicas, que meus alaridos hormonais, de meu riso, meu corar, minha alegria...

alegria com coisas gdes e pequenas... lagrimas por coisas gdes e pequena...

nasci mulher, esta essencia pulsa em meu interior, ja fui menina, mocinha, jovem, moçona, gata, tigresa e hoje sorrio vitoriosa para minha etapa de loba...

mas sempre mulher... sempre femea...

Escrito por doce às 11h35
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29/02/2008


não habito na superficie, nem me alimento de rudimentos...

minha submissão não se limita ao trato, por isso não se engane se te chamo de Senhor...

minha entrega vai alem das posturas, não se vanglorie por que me coloco de joelhos...

a posse vai muito alem de uma coleira...

 

Escrito por doce às 11h05
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